
as palavras surgem,
a caneta escreve sem parar,
muitas vezes sem sentido
ou maneira de estar...
o cérebro não assimila
o que pede a euforia,
o coração não aguenta
a corrida sedenta...
a de escrever, escrever, escrever...
a musica invade os ouvidos
os gemidos ganham voz
e o pensamento torna-se veloz...
tanto para ver ou viver,
tantos pensamentos em desistir...
tantas palavras amigas
para quem as merece...
tantos sentimentos nobres
para quem deles padece...
como é bom se exprimir
soltar os medos e sorrir...
como é bom ver o arco-iris
por detrás de uma nuvem cinza,
como é triste não ter
uma alma sincera e amiga...!!!!
a caneta escreve sem parar,
muitas vezes sem sentido
ou maneira de estar...
o cérebro não assimila
o que pede a euforia,
o coração não aguenta
a corrida sedenta...
a de escrever, escrever, escrever...
a musica invade os ouvidos
os gemidos ganham voz
e o pensamento torna-se veloz...
tanto para ver ou viver,
tantos pensamentos em desistir...
tantas palavras amigas
para quem as merece...
tantos sentimentos nobres
para quem deles padece...
como é bom se exprimir
soltar os medos e sorrir...
como é bom ver o arco-iris
por detrás de uma nuvem cinza,
como é triste não ter
uma alma sincera e amiga...!!!!
a caneta apenas escreve o que se quer,
a alma espelha o sorriso que não sai...
a boca cala o que o coração grita,
mais uma loucura minha que aqui vai...
9 sonharam comigo...:
a caneta escreve o que se quer e devia escrever o que realmente sentimos.
Muito bem.
Escrever sem sentido, afinal os leitores também têm que fazer a sua parte!
Por vezes penso que a caneta escreve o que ela mesma quer...
Excelente post.
Bjs endiabrados
Entre os dedos ela desliza e transforma a letra a letra em significados tão verdadeiros, sentidos de oportunidade e de uma beleza estrondosa.
Quem declama desta forma, só merece uma coisa.
Muitos beijiinhos!!!!
E que nunca se acabe a tinta...
Beijo!
Cadavez estas melhor não pares, um beijo...JE
num texto o leitor será sempre um co-autor!
Mas a verdade é que, como diria o meu amigo Carlos Rodrigues, a folha de papel deveria ser considerada uma plagiadora dos pensamentos daqueles que nela escrevem.
A caneta escreve o que se quer... muitas vezes, até na nossa mente estamos confusos. Só temos a verdadeira certeza das coisas, quando elas deixam de estar ao nosso alcance. Belo texto!
Como sempre dá gosto ler ... E sim a culpa é da caneta e do coração da grande mulher que és ... Bjs
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