
Senti-me dona do mundo...
Que presunção a minha...
Pensar que o meu ser era suficiente...
Que dando o meu simples segundo
o meu momento ou hora vinha...
Tantas vezes perdoei....
Vi o verso da medalha,mas que falha...
Julguei que os meus valores eram certos...
Tantos tombos levei...
Senti na pele o machado que retalha
a carne dos fracos e honestos...
Nada aprendi com as loucuras que cometi ....
A não ser o sabor das lágrimas
que foram caindo ao longo do tempo...
Quantas e quantas vezes sorri
depois de mágoas e lástimas,
E mesmo assim dei alento...
Sempre me levantei...mas hoje não...
Tantas vezes a mim mesma menti
e pensei que a minha historia iria chegar...
Pensei que teria no meu coração
a doçura que tanto dei e não tive quando pedi,
Que tola fui eu em acreditar....
Olhei em frente...Julguei ser gente...
Caí num chão sem fundo...
O soalho se abriu e engoliu-me...
Nunca mais tenho em mente
Que o meu grito mudo
Nunca de mim saiu,não era meu,fugiu-me...
3 sonharam comigo...:
Sonhos este é realmente fantástico.Quantas e quantas vezes sorri, depois de lágrimas e lástimas
e mesmo assim dei alento.
Assim tem razão de ser o chamar-lhe uma mulher guerreira,que mesmo com seus lamentos a outros ainda dá alento.Mulher de força. Bjs da Kotta.
interresante.. pensar, sonhar, imaginar...as vezes é bom, as vezes ruim. Nos trazem alegria ou dor.
belo poema
Beijos*
Nem sei o que dizer...
O poema é fantastico como sempre o fazes...
E como compreendo...
Bjs
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